quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Acidez ameaça 30% das espécies marinhas!!

Brasília - Uma pesquisa da Universidade de Plymouth, no Reino Unido, indica que os oceanos estão cada vez mais ácidos. No ritmo atual, segundo os cientistas, cerca de 30% das espécies marinhas podem ser extintas até o fim do século.
De acordo com a pesquisa, a água do mar está ficando mais ácida devido ao dióxido de carbono. Os cientistas examinaram a água abaixo dos vulcões, nas quais o dióxido de carbono ocorre naturalmente, para verificar como a vida marinha lida com a água mais ácida. Segundo os pesquisadores, nos próximos anos a água marinha começará a afetar alguns organismos e alguns tipos de corais não conseguirão sobreviver.
O trabalho foi apresentado pelo cientista britânico Jason Hall-Spencer, que estudou as aberturas vulcânicas no oceano. Segundo ele, a conclusão da pesquisa é um “aviso” sobre o futuro dos ecossistemas marítimos. O trabalho foi apresentado por ele durante conferência em Vancouver, no Canadá.
Hall-Spencer disse que examina as aberturas vulcânicas como uma máquina do tempo. “Nem todas as espécies estão calcificadas. Há conchas e esqueletos rígidos e existem outros organismos com corpos macios que também deixam o mar [em busca de qualidade de vida]”, explicou.
O cientista ressaltou que há 55 milhões de anos aconteceu situação semelhante à identificada na pesquisa, que leva cerca de 10 mil anos para ocorrer. Segundo Hall-Spencer, os oceanos precisam de aproximadamente 125 mil anos para se recuperar e obter de volta a “química normal”.
“[Ou seja], o que fizermos ao longo dos próximos 100 anos ou 200 anos pode ter influência nos ecossistemas oceânicos de dezenas de milhares a milhões de anos. Essa é a implicação do que estamos fazendo com os oceanos agora", destacou Hall-Spencer.

Curiosidades: Motogomes e Paulo Alberto com aposta na Holanda!

Paulo Alberto está de partida para a Holanda para juntar ao seu calendário desportivo mais uma fase competitiva a nível internacional. Em decisão com a equipa Motogomes Racing Team, o ‘Jikler’ disputará quase por completo o Campeonato Holandês de Motocross na cilindrada maior.
A primeira prova pontuável para o formato nacional da modalidade na Holanda terá início no dia 4 de Março, exatamente duas semanas antes do arranque oficial da temporada portuguesa em Freixo de Espada à Cinta.
Antes disso, o Campeão Nacional de Motocross e Supercross nas ‘quarto de litro’ fará a sua primeira prestação além-fronteiras já no próximo fim-de-semana, em Lacapelle Marival, França, por ocasião da empolgante prova de pré-época dos ‘mundialistas’, o Monster Energy Masters Motocross Internacional.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Crusty Demon Robbie Marshall backflips helicopter

Salto, moto, helicóptero e Fórmula 1

Robbie Marshall, piloto australiano de motocross e membro do grupo Crusty Demons, fez uma ação nesta quarta-feira para promover o GP da Austrália de Fórmula 1, que será disputado no dia 17 de março em Melbourne. Ele saltou por cima de um carro de Fórmula 1 (da extinta Minardi, que já foi de propriedade do empresário australiano Paul Stoddart) e um helicóptero com a hélice em movimento. Uma competição de manobras radicais será uma das atrações do fim de semana da corrida. Após a aventura, Marshall ainda posou com a modelo Kate Peck, embaixadora da prova no país.

Natação: mar ou piscina, quais são as diferenças?

Ana Marcela: "Na maratona aquática, cada prova é única"
Nadar na piscina e no mar guarda muitas diferenças. A principal delas diz respeito ao próprio ambiente. Águas abertas costumam ser mais agitadas, muitas vezes há correntes e vento, enquanto a piscina é um ambiente totalmente controlado. “Nas maratonas aquáticas, cada prova é nova e uma experiência única. Jamais haverá uma prova igual à outra. É fascinante”, conta a campeã mundial da modalidade em 2010, Ana Marcela Cunha.
Por estar sujeito às intempéries  – se a água está marolada ou cal­ma, se há correnteza ou não, se es­tá fria ou quente etc. –, é preciso fazer al­gumas alterações no modo de nadar. “De maneira geral, as mudan­ças no nado são no sentido de visualizar melhor os contornos, o trajeto, os adversários e evitar choques com ondas maiores. Muitas vezes, é preciso elevar um pouco mais a parte superior do corpo, as braçadas passam para um ritmo diferente, a respiração segue a mudança, tudo num formato que permita manter o controle da prova. Essas mudanças são mais cansativas para o atleta, mas acabam sendo absolutamente necessárias.”

Fator, Elemento e Componente Ambiental!!

Em análise ambiental, usam-se freqüentemente os termos elemento, componente e fator ambiental, todos para designar, genericamente, uma das partes que constituem um sistema ambiental (ou um ecossistema), embora com pequenas diferenças de significado: elemento é um termo de ordem geral (o ar, a água, a vegetação, a sociedade); componente costuma designar uma parte de um elemento, quando tomado isoladamente (a temperatura da água, uma espécie da flora ou da fauna); fator ambiental designa o elemento ou o componente do ponto de vista de sua função específica no funcionamento do sistema ambiental. Fator ecológico "Todo elemento do meio suscetível de agir diretamente sobre os seres vivos, ao menos durante uma fase de seu ciclo de desenvolvimento" (Dajoz, 1973). "Fatores que determinam as condições ecológicas no ecossistema" (ACIESP, 1980). Fator de emissão "Quantidade média de um poluente lançado na atmosfera inter-relacionado a uma quantidade de um determinado material processado" (Braile, 1992). "Quantidade de material emitido por quantidade de material processado. Usualmente expresso em Kg/100-Kg" (Batalha, 1987). Fator limitante "Fator biológico que atua no sentido de limitar as variações que ocorrem nos organismos de uma população" (Forattini, 1992). Fator de risco "Expressão que designa, em epidemiologia, a probabilidade de ocorrência de doença ou agravo, dependente da freqüência de exposição ao fator determinante" (Forattini, 1992).

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Tiago Pires aponta ao "top 16" no circuito mundial de surf( ASP)


O surfista português Tiago Pires desvalorizou a queda de dois lugares em 2011, para o 23.º posto do Circuito Mundial ASP, e revelou confiança em alcançar o "top 16" no final de 2012.

"Saca" lembrou que, no ano passado, não conseguiu "manter o mesmo nível de resultados", depois do terceiro lugar conquistado na primeira etapa, mas, ainda assim, considera não ter ficado "totalmente insatisfeito" com a sua prestação, ainda para mais, quando surgiu "uma geração muito forte de atletas sobredotados". 

Apesar de ter caído dois lugares no "ranking", do 21.º para o 23.º, e das alterações que o obrigam a estar no "top 22" da corrida ao título mundial para continuar entre os melhores em 2013, "Saca" diz confiar num ano de sucesso e já sonha com a presença no "top 16". 

A primeira etapa do Circuito Mundial ASP de 2012 disputa-se na Gold Coast, na Austrália, onde Tiago Pires conseguiu um terceiro lugar em 2011, mas o surfista fala de um campeonato "muito complicado", que acaba por favorecer os atletas daquele país. 

Sobre as suas etapas preferidas do Circuito Mundial, elegeu Fiji - novidade para este ano -, Gold Coast e Taiti, deixando de fora o campeonato em Supertubos, Peniche, por toda a pressão inerente. 

Quanto aos favoritos para 2012, o norte-americano Kelly Slater, 11 vezes campeão do Mundo e seu colega na equipa Quiksilver, "é sempre favorito, apesar de já estar nos 40 anos". 

A primeira etapa do Circuito Mundial ASP de 2012 vai ser disputada de 25 de fevereiro a 07 de março, na Gold Coast, na Austrália. 

Dobradinha de Matt Banting no Australian Open de Surf 2012.

Garantindo 3500 pontos no ranking mundial e a bolada de 25 mil dólares, Matt Banting conquistou a grande final do Australian Open, na praia de Manly. A bateria começou movimentada e o australiano abriu o placar com 8.10 contra 7 pontos do americano Evan Geiseman. Faltando 20 minutos para o final da bateria, o americano precisava de um 8.04 para virar o placar e assumir a primeira posição.

O mar não estava ajudando e os surfistas boiavam a espera da série. Três minutos mais tarde, o Matt achou uma boa onda e com um aéreo reverso e arrancou um 8.73 dos juizes complicando ainda mais a vida de Evan Geiselman, que estava visivelmente irritado com sua performance na final.
No dia anterior, Matt levantou o troféu do Junior Pro e mais uma vez subiu no topo do pódio na categoria principal. “Estava muito relaxado, tentei me concentrar mas, acho que a vitória de ontem me deu segurança e tranquilidade pra vencer hoje”, comenta o campeão.
Brasileiros eliminados 
Alex Ribeiro fez a primeira bateria do último dia de competições contra o americano Evan Geiselman. O mar não reagiu como o esperado e o domingo começou com pequenas ondas. Alex conseguiu uma excelente nota, um 7.98 que não foi o suficiente para avançar para as semis.
Outro brasileiro a ser desclassificado durante as quartas de final foi Tomas Hermes. Tomas enfrentou Matt Banting que estava impossível e acabou perdendo.
O último eliminado foi Jesse Mendes. O paulista não teve sorte e acabou fazendo escolhas erradas na água, deixando o caminho livre para o havaiano Granger Larsen.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Curta-metragem "Surfing for Change:J Bay Usina Nuclear"

"Surfing for Change: J Usina Nuclear Bay" é um novo filme curto que explora os perigos de uma usina de energia nuclear planejada nas praias cristalinas da Baía de Jeffrey, África do Sul.
Um jovem ativista ambiental, pro-surfista e cineasta Kyle Thiermann chama a atenção para o potencial para o desastre ambiental se Eskom, empresa sul-africana de energia nacional, localiza a usina nuclear nas águas de um dos mais famosos destinos de surf do mundo.
O documentário apresenta renomado líder ambiental Van Jones, 11 vezes campeão mundial de surfe Kelly Slater, Foster Gamble e activistas locais de surf. Todo mundo lembra do que aconteceu na esteira do colapso de Março de 2011 Fukushima nuclear.
Hoje, o surf em Fukushima é a memória de um sonho . Havia impressionantes destros sendo direito montado em frente à estação nuclear, todos os dias, e em muitos outros locais secretos ao redor das instalações.
A vida não é possível dentro do perímetro de 20 km. Surfers não vai navegar e os seres humanos não vivem aqui, quem sabe, ao longo de décadas ou séculos.
"Surfing for Change: J Bay Usina Nuclear" encoraja a exploração de fontes alternativas de energia e aponta para as decisões tomadas pelos principais países europeus a abandonar as usinas nucleares.
"Conheci pessoas incríveis de trabalho para parar a planta a ser construída", explica Kyle Thiermann. "Se for construído, a paisagem seria transformada com a construção de uma usina de energia. E, a vida desses moradores também será transformado. E não para o bem."

A origem de Jeffrey's Bay!!!

"Com o nome de empresário famoso da cidade e talvez o morador primeiro, Jeffreys Bay, o paraíso dos surfistas está localizado no Cabo Oriental, África do Sul. Carinhosamente, ele é chamado como J-Bay e é sussurrada como quebra de mundo melhor ponto da direita em termos de consistência e qualidade durante a temporada. As ondas que se aproximam das costas conceder ondas perfeitas e surfistas têm testemunhado até 800 metros de comprimento passeios aqui e, provavelmente, é isso que torna Jeffreys Bay um dos pontos muito queridos de surf Kelly Slater.
Os Supertubes não é uma coisa mais misteriosa para o surf-savvy entusiastas e chama grommets em todo o mundo. Mesmo surfistas profissionais tornam-se apaixonado por ela quando enfrentar o desafio de ondas grandes, na vertical e esticada com tubos de cruzamento e experimentar o passeio fascinante sobre algumas das ondas mais notáveis ​​do mundo.
J-Bay é um lar para os muros altos das águas onde o tamanho da onda que variam de 2 a 3 pés que vão até 10 pés. Estes são conhecidos como ondas de tamanho havaiano que marcas como quebra da África do Sul ponto icônico.
Tubos, tubos Magna e Impossibles e boneyards e janelas da cozinha, o albatroz eo ponto são pontos de quebra mais alguns aí que podem ser nomeados. E em torno de Jeffreys Bay, vários sites oferecem grande ambiente mesmo para malucos e surfistas iniciantes. No entanto, a Baía de Jeffrey e, especialmente, Supertubes, é a Meca dos surfistas ou peregrinação ".