sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Curta-metragem "Surfing for Change:J Bay Usina Nuclear"

"Surfing for Change: J Usina Nuclear Bay" é um novo filme curto que explora os perigos de uma usina de energia nuclear planejada nas praias cristalinas da Baía de Jeffrey, África do Sul.
Um jovem ativista ambiental, pro-surfista e cineasta Kyle Thiermann chama a atenção para o potencial para o desastre ambiental se Eskom, empresa sul-africana de energia nacional, localiza a usina nuclear nas águas de um dos mais famosos destinos de surf do mundo.
O documentário apresenta renomado líder ambiental Van Jones, 11 vezes campeão mundial de surfe Kelly Slater, Foster Gamble e activistas locais de surf. Todo mundo lembra do que aconteceu na esteira do colapso de Março de 2011 Fukushima nuclear.
Hoje, o surf em Fukushima é a memória de um sonho . Havia impressionantes destros sendo direito montado em frente à estação nuclear, todos os dias, e em muitos outros locais secretos ao redor das instalações.
A vida não é possível dentro do perímetro de 20 km. Surfers não vai navegar e os seres humanos não vivem aqui, quem sabe, ao longo de décadas ou séculos.
"Surfing for Change: J Bay Usina Nuclear" encoraja a exploração de fontes alternativas de energia e aponta para as decisões tomadas pelos principais países europeus a abandonar as usinas nucleares.
"Conheci pessoas incríveis de trabalho para parar a planta a ser construída", explica Kyle Thiermann. "Se for construído, a paisagem seria transformada com a construção de uma usina de energia. E, a vida desses moradores também será transformado. E não para o bem."

A origem de Jeffrey's Bay!!!

"Com o nome de empresário famoso da cidade e talvez o morador primeiro, Jeffreys Bay, o paraíso dos surfistas está localizado no Cabo Oriental, África do Sul. Carinhosamente, ele é chamado como J-Bay e é sussurrada como quebra de mundo melhor ponto da direita em termos de consistência e qualidade durante a temporada. As ondas que se aproximam das costas conceder ondas perfeitas e surfistas têm testemunhado até 800 metros de comprimento passeios aqui e, provavelmente, é isso que torna Jeffreys Bay um dos pontos muito queridos de surf Kelly Slater.
Os Supertubes não é uma coisa mais misteriosa para o surf-savvy entusiastas e chama grommets em todo o mundo. Mesmo surfistas profissionais tornam-se apaixonado por ela quando enfrentar o desafio de ondas grandes, na vertical e esticada com tubos de cruzamento e experimentar o passeio fascinante sobre algumas das ondas mais notáveis ​​do mundo.
J-Bay é um lar para os muros altos das águas onde o tamanho da onda que variam de 2 a 3 pés que vão até 10 pés. Estes são conhecidos como ondas de tamanho havaiano que marcas como quebra da África do Sul ponto icônico.
Tubos, tubos Magna e Impossibles e boneyards e janelas da cozinha, o albatroz eo ponto são pontos de quebra mais alguns aí que podem ser nomeados. E em torno de Jeffreys Bay, vários sites oferecem grande ambiente mesmo para malucos e surfistas iniciantes. No entanto, a Baía de Jeffrey e, especialmente, Supertubes, é a Meca dos surfistas ou peregrinação ".

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Oi Vert Jam comemora dez anos e se muda para a Barra da Tijuca

O Oi Vert Jam tem muito o que comemorar em 2012. O principal evento do skate vertical do país está completando dez anos e, mais uma vez, abrirá a temporada do Circuito Mundial da World Cup Skateboarding (WCS), entre os dias 2 a 4 de março, reforçando o espaço conquistado pelo Rio de Janeiro no calendário mundial e a vocação da cidade para os esportes radicais. 

Este ano, o evento estará de casa nova: os principais nomes do skate mundial vão voar para suas manobras na arena que será montada na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, próximo ao Posto 2. Pedro Barros, Adam Taylor e o veterano Andy Macdonald, além de novas apostas - caso de Mitchie Brusco - estão entre os atletas que já confirmaram participação no Oi Vert Jam. 

A disputa entre os experientes atletas e os novos talentos do skate mundial tem tudo para ser um show à parte nesta edição. Sandro Dias, Edgar Vovô e o atual bicampeão Marcelo Bastos já estão confirmados na competição, que deve receber cerca de 30 profissionais. Ítalo Penarrúbia, Diego Bigode e Nilo Peçanha são alguns dos recém-promovidos à categoria profissional, que deslizarão suas rodinhas pela primeira vez entre os grandes no Oi Vert Jam. 

Para comemorar os dez anos do evento, a organização está preparando uma série de surpresas, entre elas uma mostra fotográfica que contará a história do Oi Vert Jam e uma homenagem especial aos campeões das edições anteriores.

A rampa do Oi Vert Jam também promete chamar atenção. Com tecnologia de ponta e padrão internacional, o half pipe, de 18m de largura por 4,20m de altura, terá dois rolls in - obstáculos cuja função é imprimir maior velocidade. 

"Sempre procuramos fazer uma rampa mais desafiadora para os atletas. Consultamos os próprios competidores para saber qual a rampa ideal. Este ano optamos pelos rolls ins, que vão dar fluidez às manobras", afirma Sandro Dias, supervisor do projeto. Além da prova individual, haverá a de Best Trick (melhor manobra).

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Longboard é show em Sunset Beach !!

Duane DeSoto exibiu por que ele era uma unanimidade para um curinga por embarcar em um duelo com o compatriota longboard Campeão do Mundo Bonga Perkins para um dos ups jogo mais emocionante do dia. Enquanto Duane saiu por cima, Bonga também colocar em um masterclass de voltas de alto desempenho nas condições belas na torneira hoje em Sunset Beach. Chuck Patterson (Naish) continuou sua ótima forma aqui em Sunset Beach com uma seqüência de ondas poderosamente cheias que ganhou -lhe a sua vaga diretamente para o Round 3 do Main Event. Também se destacando em sua aquece era Nolan Keaulana, representando o lado oeste de Oahu ea família Keaulana nesta parada toda importante passo para o Stand Up World Tour 2012. 

Em época de reprodução, tubarões estão mais frequentes em Noronha

Praias da Caieira e do Sancho têm concentrado a presença dos animais.
Machos e fêmeas da espécie limão se aproximam da costa para copular.


Quem mergulhar em Fernando de Noronha até o início de março deve ter mais facilidade de dar de cara com um tubarão. É que os animais da espécie limão estão em pleno período de reprodução, e nessa época, as fêmeas têm se aproximado das praias para copular. Diretor do Museu do Tubarão, o engenheiro de pesca Leonardo Veras pesquisa o comportamento dos limões há sete anos e intensificou os mergulhos diários para o registro fotográfico da temporada. A maior parte da pesquisa para observação foi feita na região da Praia da Caieira, uma das mais selvagens da ilha, mas registros também ocorreram na Praia do Sancho.

Nos últimos dias, o pesquisador chegou a contabilizar dez tubarões no Sancho, que faz parte do Parque Nacional Marinho, e é considerada uma das praias mais bonitas do arquipélago. Segundo Veras, o horário mais apropriado para encontrar os tubarões limão é no início da manhã. “É comum o visitante entrar no mar com tubarões e nem notar. Na verdade, são animais muito tímidos e, quando percebem a presença humana, vão embora antes de entrar no alcance visual das pessoas”, detalha Veras.
Segundo o pesquisador, na ilha, os tubarões estão bem alimentados e não veem os seres humanos como refeição. A dica é deixá-los em paz, ele avisa. “Em Fernando de Noronha não temos registro de ataques. Para se aproximar dos tubarões limão, é necessário utilizar técnicas de mergulho não invasivo [silencioso] e todo mergulhador deve estar ciente dos limites para não importunar o animal” , explica Veras. Ele recomenda que o mergulhador nunca tente tocar em um tubarão ou persegui-lo. Também é importante evitar se posicionar de forma ameaçadora, deixando o animal encurralado.

bamboo sharks mating!!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Poluição atmosférica pode aumentar risco de AVC mesmo em dias em que a qualidade do ar é considerada 'regular'


Pesquisa observou que riscos do problema aumentam em mais de 30% em relação a dias com qualidade boa do ar

A poluição do ar, mesmo em níveis considerados seguros pelos órgãos ambientais, pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em até 34%, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira no periódico Archives of Internal Medicine. O estudo, feito por pesquisadores do Centro Médico Beth Israel Deaconess, em Boston, nos Estados Unidos, indicou que os problemas de saúde estão especialmente ligados aos poluentes emitidos por carros e caminhões.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram mais de 1.700 pacientes que haviam procurado algum hospital de Boston logo após terem sofrido um derrame cerebral entre os anos de 1999 e 2008. Eles cruzaram informações sobre quando os primeiros sintomas de AVC foram sentidos pelos pacientes e as medições da qualidade do ar naquele momento e naquele lugar.
Resultados- Os pesquisadores concluíram que o risco de derrame era 34% maior em pessoas que haviam sido expostas a poluentes quando a qualidade do ar era considerada regular em comparação com a exposição em dias em que a qualidade era boa. As maiores chances de AVC foram registradas em um período entre 12 e 14 horas após o contato com a poluição.
Classificação - No Brasil, de acordo com a página da internet da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), a qualidade do ar 'regular' é definida com índice de 51 a 100, que é semelhante ao aplicado nos Estados Unidos e nessa pesquisa. A CETESB indica que qualidade regular significa que "pessoas de grupos sensíveis, como crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias e cardíacas, podem apresentar sintomas como tosse seca e cansaço. A população, em geral, não é afetada".

Red Bull Religion Jamie O'Brien

Bruce Irons fica cego surf em Teahupoo!!

Teahupoo Surf exige globos oculares e controle sobre o medo. Bruce Irons não pensa assim e decidiu montar a uma das ondas mais perigosas do mundo completamente com os olhos vendados.
O dublê de surf é um teste para os mais aptos e melhor. Irons deve saber muito bem como a onda Tahitian abre a fim de sentir e surfar. Nossos amigos da Revista Stab decidiram apresentá-lo na capa de sua edição 56, e ele certamente merece.
Domenic Mosqueira, o fotógrafo de surf encarregado de capturar o movimento desafiador, estava absolutamente atordoado com o que Bruce Irons tinha feito. "Poderia ter sido um show car para lá." É realmente algo a ver alguém que passeio conhecedor uma onda, para ver a mão no rosto, lendo-o como se fosse Braille ", explica Mosqueira.
Bruce Irons tem um ponto sobre a experiência de olhos vendados de surf passeio. "A parte mais difícil é só o ângulo". De fato. Irons também valorizada a sua mão esquerda, que tocou e sentiu a face da onda, enquanto barreling.
O instinto havaiano icônico é aperfeiçoá-lo com o poder ea especificação do passeio Teahupoo famosa. Parece gosta ele é, de fato, realmente lendo a onda inteira com os olhos.Veja como Bruce Irons surfada Teahupoo com os olhos vendados, aqui .
Curiosamente, Irons revelou que ele não poderia fechar os olhos, apesar de "tudo o que vi era negro". Em uma onda particular, o spray de Teahupoo onda mesmo soprou fora de sua venda. Bruce Irons já tinha tido uma experiência estranha, quando ele foi chama surf, aqui .

Pirarucu brasileiro conta com armadura natural contra piranhas.


Estudo americano desvenda mecanismo pela qual o peixe amazônico se tornou imune a um dos mais poderosos predadores

A lenda do pirarucu chegou aos ouvidos do engenheiro mecânico Marc Meyers, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, durante uma temporada de pesca esportiva no norte do Brasil. O peixe, que chega a três metros de comprimento e pode pesar até 200 quilos, é o único que consegue conviver com as piranhas em cursos d'água. Outros peixes, gado e até seres humanos que entram na água onde vivem cardumes de piranhas não costumam escapar de seus poderosos dentes.

O pirarucu é considerado um fóssil vivo por guardar características de peixes ancestrais, como pulmões. Ele precisa subir à superfície para respirar constantemente. Nesse momento, os pescadores tentam fisgá-lo jogando um grande pedaço de carne perto de sua boca. Se ele não morde a isca, em poucos segundos as piranhas acabam com ela.

Curioso, Meyers resolveu estudar as escamas do pirarucu em seu laboratório. E descobriu que, além de grandes, com até 10 centímetros de comprimento, elas tinham duas camadas. A exterior é a mais resistente e contém muito cálcio, elemento que também dá rigidez a nossos ossos. A parte interna, por outro lado, é feita de um material maleável, ainda que bastante resistente, o colágeno, que nos seres humanos está mais presente nas articulações.
Poucos animais resistem aos dentes afiados da piranha amazônicaPoucos animais resistem aos dentes afiados da piranha amazônicaTestada em uma máquina que imita a mordida das piranhas, a 'pele' do pirarucu se mostrou extremamente resistente. A mordida é tão forte, afirma o estudo, que apenas a rigidez garantida pelo cálcio não seria suficiente para resistir ao ataque. As escamas quebrariam, oferecendo aos predadores a tenra carne do pirarucu.

"É um estudo muito bem feito", comentou o pesquisador de materiais do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), também nos EUA, ao site da revista Science. Ele lembrou que a combinação de materiais diferentes para formar uma estrutura que assume novas características é uma ideia comum na natureza que os homens tentam imitar na indústria.