quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Jadson, Raoni e Miguel caem na estreia em ondas gigantes em Pipeline!

Ondas de cinco metros, baterias simultâneas e muitas pegadinhas. A elite do surfe mundial foi do céu ao inferno nos tubos de Pipeline. Para o Brasil, três baixas. Semifinalista em Sunset, Raoni Monteiro caiu diante de um dos “donos” do pico: Jamie O´Brien. Ele só precisou de uma onda – um mero 5,33 0 - para se garantir na terceira fase. Estreante em Pipe, Miguel Pupo parou diante de Evan Valiere, convidado da etapa. Jadson André, no último confronto do dia, perdeu para o americano CJ Hobgood, campeão do mundo em 2001, e também se despediu na 25ª colocação.
Adriano de Souza, o Mineirinho, e Gabriel Medina vão estrear apenas na terceira fase, assim como o americano Kelly Slater, hendecacampeão mundial antecipado. Alejo Muniz estava escalado para a segunda bateria, mas não competirá porque lesionou o tornozelo. Ele está no Havaí e tem feito fisioterapia, mas a Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) atualizou a chave com um substituto: o havaiano Kalani Chapman. Pipeline fecha o calendário do Circuito Mundial e é a última joia da Tríplice Coroa.

Para aproveitar melhor as ondas, de até cinco metros, os organizadores usaram o sistema "Dual Heat". As baterias tinham 40 minuto, com diferença de 20 entre o início de uma e o término de outra. A que estava no mar há mais tempo tinha prioridade na escolha das ondas.

Miguel foi o primeiro brasileiro a entrar em ação. Encarou Evan Valiere, destaque na primeira fase. Na primeira onda, o brasileiro tomou uma vaca e quebrou a prancha. Apesar do mau começo, não ficou muito atrás. Teve dez minutos para tentar descolar uma nota 5,03. A dois minutos do fim, porém, o havaiano entrou em um tubo com perfeição: nota 9,43.

Local de Pipeline, Jamie O´Brien também tinha sido um dos destaques da primeira fase. Arrancou aplausos aachar dois tubos numa mesma onda. Contra Raoni, uma atuação modesta. Abriu o duelo com 5,33 e viu o brasileiro tirar duas notas fraquíssimas: 1,33 e 1,50. Só precisava de 3,84, mas não conseguiu. Jamie saiu da água e foi direto para casa, bem ao lado do palanque.

Skate sustentável feito de bambu chega ao Brasil !

São Paulo - Quem usa o skate para lazer ou até como meio de transporte já possui a consciência do bem que está fazendo ao meio ambiente.
Para atender o público que busca uma atitude sustentável também no consumo, a Legends Skateboards traz para o Brasil a linha de shapes da BambooSK8, uma marca de skates de alta qualidade, cujos modelos são fabricados com bambu sustentável retirado de florestas renováveis.
O bambu é considerado um material essencial para sustentabilidade. Os motivos que o tornam tão importantes vão desde a sua resistência e baixos preços, até a sua importante contribuição ambiental, por sequestrar altas taxas de carbono.

Nas pesquisas para o desenvolvimento do shape mais adequado quanto à resistência, durabilidade, leveza e “pop”, a BambooSK8 obteve melhor resultado com um shape híbrido, com 70% de bambu e 30% de maple, obtendo assim um compromisso entre sustentabilidade e desempenho.
Além do shape, a cola utilizada na fabricação dos skates é a base de água, eliminando a emissão de gases na atmosfera. Os restos de bambu gerados na fabricação dos shapes são utilizados para a fabricação de outros produtos, reduzindo o despejo de lixo nos aterros sanitários.
Os oito modelos da linha BambooSK8 estão à venda na Legends Skateboards com preços à partir de R$ 350,00.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Circuito Paulista de Skate Street 2011

O Circuito mais tradicional e disputado do país, apos ter passado pelas cidades de São Bernardo do Campo, Mauá, Sorocaba e Indaiatuba, chega a sua grande final com os melhores atletas rankiados do ano, é no dia 11 de Dezembro de 2011 na pista de skate do Parque da Juventude de São Bernardo do Campo.

Na categoria mirim a disputa pelo título de Campeão Paulista esta quente entre os três primeiros, os atletas Danilo Vermont, Giovanni Galera e Igor Araujo de Souza tem chances reais. Já na categoria iniciante a briga pelo titulo esta forte entre os sete primeiros do ranking. Olhando para a categoria Amador 1 da pra ver que o bicho vai pegar, só pra se ter uma idéia são menos de 100 pontos a diferença entre os dois primeiros colocados.

Esta final promete ser emocionante já que além de definir os Campeões Paulistas de 2011, define também quem serão os cinco melhores atletas rankiados de cada categoria, Amador 1, Iniciante, Mirim e Feminino 1, que terão direito a participar da Taça São Paulo 2012 e da Final Brasileira promovida pela CBSk com cinco vagas para o Amador 1, três vagas para o Iniciante e três vagas para o Feminino 1.

Durante todo o circuito os atletas puderam usufruir de estrutura de alto nível, excelente qualidade técnica, inscrição gratuita, alimentação, regulamento e sistema de disputa inovador e mais de 30 mil reais em prêmios distribuídos entre as categorias e etapas, fazendo do Paulista o Circuito Estadual mais respeitado e com maior participação de atletas do país, são mais de 400 atletas rankiados de mais de 50 cidades diferentes.

O campeão estadual da categoria amador 1 leva passagem ida e volta pra gringa e os campeões das categorias mirin, iniciante e feminino 1 ganham uma temporada no Brasil Skate Camp em janeiro 2012, parceria entre a Federação Paulista de Skate e o atleta profissional e empreendedor Cris Fernandes.

As inscrições são gratuitas e limitadas por categorias, respeitando a classificação geral do ranking atual do Circuito Paulista, Amador 1 30 vagas, Iniciante 20 vagas, Mirim 15 vagas e Feminino 1 15 vagas.

Começa nesse final de semana a última etapa do Circuito Mundial de Surf, no Havaí

A apenas uma etapa do fim da temporada, o norte-americano Kelly Slater já gravou, com antecedência, seu nome no troféu de campeão mundial de surfe de 2011 — o 11º de sua carreira. Mas quem pensa que os surfistas da elite vão desperdiçar as famosas ondas de Pipeline, no Havaí, se engana. A última etapa não vale mais nada para definir o campeão, mas importa pela qualidade das ondas e pela memória de Andy Irons.

Além disso, os surfistas correm pela Tríplice Coroa Havaiana, título dado ao melhor atleta nos três circuitos realizados na costa norte da ilha: Haleiwa, Sunset Beach e Pipe Masters. Na soma dos dois primeiros — que já ocorreram — o surfista local John Florence lidera a briga. O havaiano venceu o evento em Sunset, realizado de 25 de novembro até o último dia 6, e foi o melhor nas duas últimas competições de que participou na praia de Pipeline.

Na etapa com o maior número de atletas — são 48 participantes —, os brasileiros vão tentar fechar em alto nível um ano espetacular. Das dez etapas realizadas até agora, quatro tiveram a bandeira verde-amarela no alto do pódio, performance inédita desde que o Circuito Mundial passou a ter esse formato de duas divisões — WCT (elite) e WQS (divisão de acesso) —, em 1992. De lá para cá, os brasileiros só haviam vencido sete etapas em 19 anos. E só uma vez a comemoração ocorreu duas vezes em um único ano: 1994, quando Flávio Padaratz ganhou a etapa de Hossegor e Ricardo Tatuí ganhou o evento seguinte em Biarritz, ambos na França.

Os personagens agora são outros. O Brasil foi representado por Adriano de Souza, o Mineirinho — que ganhou a etapa do Rio de Janeiro e de Peniche, em Portugal —, Gabriel Medina — que levou o título da França e de São Francisco, nos Estados Unidos —, Alejo Muniz, Miguel Pupo, Raoni Monteiro, Jadson André e Heitor Alves, que, contundido, não vai participar do Pipe Masters. Mas o grupo brasileiro ganhará o reforço do catarinense Willian Cardoso, que tenta uma vaga na elite mundial de 2012.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Aquecimento global é real e perigoso!!

Entre estudos e opiniões pessoais, a humanidade continua sem saber ao certo até que ponto a poluição realmente contribui para o aquecimento global. Cientistas americanos apresentam uma ideia interessante: o aquecimento global é sim uma realidade, e seus efeitos podem ser nocivos. Mas isso não é causado tanto pelo excesso de dióxido de carbono (CO2) como se imaginava.
A pesquisa, conduzida por climatologistas da Universidade do Oregon (EUA), é patrocinada pelo programa nacional de paleoclimatologia dos Estados Unidos. E não é por acaso: a teoria formulada está relacionada a essa ciência, que estuda a variação da temperatura da Terra ao longo dos seus mais de quatro bilhões de anos de existência.
Os cientistas fizeram um resgate histórico do clima ao redor do mundo. Eles criticam a maioria dos estudos na área, que só analisam a temperatura do planeta a partir do século XIX, em um contexto após a revolução industrial. Segundo eles, o resultado de uma pesquisa assim pode ser enganoso, porque ignora milhares de anos anteriores onde o clima da Terra esteve em constantes mudanças.
Por esse motivo, eles reconstruíram a trajetória da temperatura no planeta desde o fim da última Era Glacial, há mais de 21 mil anos. Desde aquela época até o início da revolução industrial (que faria a taxa total de CO2 ser três vezes maior do que na época anterior a ela), houve uma série de fatores decisivos para regular o clima de cada região do globo.
O que os cientistas fizeram foi analisar a atuação e influência de cada um desses fatores, em separado. Quesitos como o nível do mar, o nível de umidade do ar e de poeira na atmosfera foram levados em conta ao lado da quantidade de CO2 presente no ambiente ao longo da história.
Foi apurado, de maneira geral, que a maioria dos modelos climáticos superestimam os efeitos da variação do CO2 no ambiente para determinar o clima. Durante a última Era do Gelo, por exemplo, houve uma sensível diminuição do dióxido de carbono, que na teoria deveria levar a Terra a um congelamento total, inclusive nos trópicos. Mas o efeito não foi tão grande assim: alguns oceanos nem chegaram a congelar por completo.
As variações no nível dos oceanos e na umidade do ar, por outro lado, mostraram uma influência mais forte em vários momentos, inclusive no que determinou o final do último período glacial. O CO2, portanto, é realmente mais uma carta no baralho, mas não se pode dizer que seja a mais essencial.


Semmas faz replantio de mudas retiradas por comerciantes em Manaus!!


Manaus - A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) fez na tarde desta sexta-feira (2), o replantio de algumas mudas na Avenida João Valério, Vieiralves, zona Centro Sul de Manaus.
"Arborização tem uma função ambiental, para redução de calor, redução de barulho, poluição, purificação do ar. Aqui estão sendo plantadas espécies amazônicas.", declarou o secretário da Semmas, Marcelo Dutra.
O replantio aconteceu porque alguns comerciantes haviam retirados as mudas em frente as lojas e cimentado o local, por muitas vezes alegando, segundo a secretaria, que atrapalhava as vitrines.
A arborização acontecerá também em outros pontos da cidade. "Vamos plantar com força policial, com autuação aos lojistas, verificar se as lojas estão cumprindo obrigações, se o alvará está dia, se está tudo certo e se o direito de cidadão está sendo respeitado. A ação acontece há dois anos e já passamos pelo São José, Cidade de Deus, aqui no Vieiralves, Centro. E de rua em rua vamos ordenando a cidade de Manaus", afirmou o secretario.
Em um convenio com a Escola Agrotécnica Federal são produzidas 50 mil mudas por mês. As mudas são plantadas já com 1,8m, e são de responsabilidade de uma empresa terceirizadas. "Fizemos uma licitação para que uma empresa assumisse parte do plantio de arvores, na hora em que se planta automaticamente vira patrimônio público. A empresa, durante dez anos irá cuidar da adubação, correção, manutenção, troca caso não vierem a vingar", declarou.
O próximo passo será a troca feita pela Eletrobrás Amazonas Energia dos cabos elétricos por cabos blindados. Essa tecnologia fará com que a fiação cresça junto com as arvores sem que precise podar uma grande quantidade.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Brasileiros do snowboard treinam nos Estados Unidos!!


Com o fim do ano se aproximando, o calor e o verão são pratos cheios para quem gosta de praticar esporte. Não para a equipe brasileira de snowboard, que está nos Estados Unidos aproveitando o inverno no Hemisfério Norte que começa esse mês e termina em abril de 2012.
A equipe brasileira é formada por atletas renomados como Isabel Clark, atleta olímpica considerada a melhor snowboarder da América do Sul e também alguns novos talentos do cenário do esporte, como o carioca Antônio Mallmann, atual Campeão Brasileiro de Snowboard Cross, Lucas Rezende, vice-Campeão Brasileiro de Snowboard Cross 2011, André Bornhausen, Campeão Brasileiro Open de Snowboard Slopestyle 2011, Marcos Batista, recordista brasileiro de Slopestyle e Nathali Oliani, que fez uma ótima temporada em 2008/2009, que prometem buscar os melhores resultados de suas carreiras.
Além desses snowboarders, a equipe coordenada pela CBDN - Confederação Brasileira de Desportos na Neve - é composta por uma nova geração de atletas profissionais que também representará o Brasil na América do Norte nas próximas semanas.
De acordo com o superintendente técnico da CBDN, Pedro Cavazzoni, o Brasil vem se estruturando dia após dia no esporte, fortalecendo cada vez mais o snowboard.
"Esse ano contamos com uma excelente equipe técnica multidisciplinar liderada pelo treinador Iván Fuenzalida (Chile) e pelo psicólogo esportivo Gáston Ortiz de Rozas (Chile). Além disso, iniciamos uma parceria com o Snowboard Club de Vail, um dos principais dos Estados Unidos para o treinamento do Slopestyle, modalidade que estreia no programa Olímpico de 2014", disse Cavazzoni.

Gabriel browne campeão brasileiro no Wind slalon!!

No fim de semana, a paradisíaca praia de Icaraizinho de Amontada recebeu os principais nomes da elite do windsurf nacional para as disputas do Circuito Brasileiro de Wind Slalon.

Após três dias de competição o título ficou no Ceará com o atleta Gabriel Browne, que mesmo competindo com um torcicolo que o incomodou durante todo o fim de semana, não deu chance para seus adversários faturando a categoria principal da competição, a Profissional Masculino. Na segunda colocação ficou outro cearense, o atleta Mathias Pinheiro e completando o pódio, Wilhem Shurmann na terceira colocação.

Condições ideais
"Icaraizinho de Amontada é um dos principais locações para windsurf do Brasil e do mundo. Sempre gosto de voltar aqui, pois, as condições de vento, temperatura da água e o visual do local tornam essa praia um verdadeiro paraíso para o windsurf", declarou Wilhem Shurmamm, o virtuoso catarinense detentor de cerca de 200 títulos em 20 anos de carreira.

Entre as meninas mais uma vez a cearense Monica Veras representou o estado consolidando o Ceará como polo do windsurf nacional.

Amadores
Entre os amadores o grande vencedor foi Luiz Domingues, seguido por Afrânio Aguiar e Moábio Cristino, todos cearenses. E por falar em cearenses, nosso estado vai muito bem obrigado quando o assunto é windsurf. Grandes nomes locais do esporte estiveram presentes e deram muito trabalho para os campeões. Levi Lenz, Janjão, Ian Mouro e muitos outros, compareceram para lutar pelo título e pela premiação garantindo fortes emoções a cada regata.

Praia lotada
Contudo, o espetáculo não ficou a cargo somente das estrelas mais famosas que se fizeram presentes em Icaraizinho de Amontada. Vários representantes da nova geração vindos de praias como Jericoacoara e Camocim também participaram da competição e tiveram a chance de nivelar sua técnica com alguns dos melhores atletas do Brasil e do Mundo.

sábado, 19 de novembro de 2011

Felipe 'Gordo' Cesarano embarca rumo à 7ª Temporada Havaiana!!


Felipe 'Gordo' Cesarano embarcou na última terça feira, 15 de Novembro, rumo ao Havaí. O surfista carioca, que tem sido um dos maiores destaques da nova geração brasileira do surfe em ondas grandes, vai para sua sétima temporada no arquipélago. Ele ficará na Ilha de Oahu por 50 dias consecutivos em uma casa alugada próxima à praia de Waimea, partindo depois para a Califórnia, mas continuando ligado ao Havaí - caso alguma grande ondulação se anuncie.
Foi exatamente em Waimea que Felipe Cesarano despontou para o surfe em ondas grandes em janeiro de 2010, quando desceu a maior onda da sua vida até então. A partir daí sua carreira acelerou, até alcançar resultados expressivos já em 2011, quando chegou ao pódio do Circuito Mundial de Ondas Grandes na Remada (BWWT) na etapa de Pico Alto (Peru). Fora isso, Gordo já teve indicações para o XXL, Oscar do surfe em ondas gigantes, e pegou uma onda épica no mais perigoso mar de Teahupoo - a onda quebra crânios - no Taiti.




Surfista - que teve em 2011 seus resultados mais expressivos - quer superar seus limites

Irmãos no kite: muito talento, pouco apoio!



Os irmãos Filippe, de 19 anos, e Milla Ferreira, de 20, moradores da Barra, começaram, ainda bem pequenos, a surfar nas praias cariocas. Incentivados pelo pai, Francisco Ferreira, conhecido como Frajola, dono do quiosque e da escolinha K08 Kite Surf Club, na Avenida do Pepê, não demorou para que os dois se interessassem pelo kitesurfe, modalidade cada vez mais popular.
— Surfamos desde os 8 anos. Mas o kitesurfe acabou nos atraindo, pois mistura surfe, windsurfe e wakeboard. Dá uma sensação maior de liberdade — explica Milla.
O que parecia apenas um hobby acabou virando coisa séria. Desde 2008, os jovens começaram a se destacar em campeonatos pelo Rio de Janeiro. Em 2010, eles participaram do primeiro circuito nacional. Este ano, também estão competindo no torneio mundial.
No campeonato nacional do ano passado, Milla foi vice-campeã e Filippe ficou em terceiro lugar. No atual, Milla já venceu por antecipação, após ganhar as três primeiras das quatro etapas (Ceará, Rio Grande do Norte e Florianópolis). Já Filippe está em segundo, a 80 pontos do líder, bastando apenas ganhar a última fase, que será realizada na Praia da Barra, de 15 a 19 de dezembro, para ser campeão brasileiro. No tour mundial, ela está em quarto; e ele, em terceiro. A última das três etapas será em Cabo Verde, na África. Não há chance de título, pois os irmãos não conseguiram participar da primeira fase, nas Ilhas Mauricio, devido à falta de patrocínio.
Eles contam com o incentivo do pai e com o apoio de apenas quatro empresas, que fornecem roupas e pranchas.
— Arranjar patrocinador é difícil, pois o kite ainda não conta com grande público. A vontade deles e suas boas participações podem fazer com que as portas se abram — afirma o pai dos atletas.