quarta-feira, 12 de outubro de 2011


3º Downhill Skate Atibaia agitou a cidade durante o FERA



Foi realizada em Atibaia, no último domingo (9), a terceira edição do evento de ladeira do Festival de Esportes Radicais de Atibaia, o Downhill Skate Atibaia.

A competição vem se tornando uma tradição no município, atraindo skatistas de diversas partes do estado.
Nem mesmo a chuva que caiu na cidade atrapalhou a vontade dos skatistas de dropar a ladeira da fonte.
Neste ano, o eadotou formato diferenciado, com o Best trick DH slide e Longboard Masculino, disputa de melhor manobra.
Já no feminino, o formato foi de campeonato, pontuando a melhor linha julgada pela comissão técnica do evento, formada pelos profissionais Zequinha Rapanelli, Andre Magriça e José Birinha.
As disputas somaram pontos para o Circuito Brasileiro, válido pela CBSK (Confederação Brasileira de Skate).
O evento também contou com a locução do profissional de skate Marcos Cunha Ribeiro, o ET, e do profissional Juliano Lilica.
Agradecimento especial para os seguintes apoiadores que fizeram mas uma vez a modalidade acontecer no interior de São Paulo: New Skate, Qix Internacional, Kranio Skate, Curva de Hill, Murta Skate, Campeonatos de Sate.com, Revista Tribo Skate, Apoio Cultural: Deputado federal Roberto Santiago e da Prefeitura Municipal da Estância de Atibaia através das Secretarias de Turismo, Esporte, Transito, Saúde e Infra-estrutura, que mas uma vez forneceu toda estrutura para o evento.
Resultados:


LONG BOARD FEMININO
  1. BRUNA PERAROVICK
  2. RIENE OLIVEIRA
  3. FERNANDA MICHELANI
  4. ARIANE ROSA
  5. KATE SOARES
  6. CRIS PUNK
  7. TAINA
  8. ARIANE CRISTINA
  9. VANESSA VASCONCELOS
BEST TRICK - LONG BOARD MASCULINO OPEN
  1. ALEX ARAUJO
  2. ILTON JUNIOR TATA
  3. KEVIN MAZZEI
  4. LUIGI RAPANELI
  5. FRANCISCO ASSISTENTE
  6. DURANGO
  7. WILL RONZIO
  8. ANDREW ANDRES
  9. MOISES DA SILVA 
  10. TIAGO VASCONCELOS
BEST TRICK - DH MASCULINO OPEN
  1. NATAN DOS SANTOS
  2. ALEX KUNG LAW
  3. LEONARDO SCAURI
  4. RODIGO DIDI
  5. ANDRE CHIQUINHO
  6. JEFERSON DU
  7. WILLIAN PINGA
  8. LUCAS GAZELA
  9. HERCIO GABRIEL
Projeto vai plantar 20mil arvores em natal !


Com o objetivo ousado de plantar 20 mil árvores em Natal, o projeto "Plante enquanto é tempo" quer promover uma onda de conscientização ambiental na capital potiguar. A iniciativa - coordenada por professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) - será lançada oficialmente no próximo dia 18, durante a 17ª Cientec, mas já começa a dar seus primeiros frutos. No conjunto Ponta Negra, a Praça Henrique Carloni recebeu mais de 50 mudas do projeto em parceria com uma escola particular, a Prefeitura de Natal e a Associação de Moradores do Bairro. Outras 150 ainda serão colocadas no local.


Robério Paulino diz que mais de 9 mil mudas já foram produzidas Foto: Ana Amaral/DN/D.A Press
E as ações não param por aí: com o lema "cada aluno, uma árvore plantada", os organizadores querem fazer com que cada aluno da Universidade adote uma muda para cuidar. Para controlar a distribuição e garantir o sucesso do projeto, cada muda é entregue gratuitamente após a assinatura de um termo de compromisso por meio do qual o voluntário se responsabiliza em cuidar da planta.

O professor Robério Paulino, do Departamento de Políticas Públicas, é um dos coordenadores do projeto e explica que mais de 9 mil mudas já foram produzidas em dois viveiros dentro da UFRN. "Estamos dando preferência a espécies de sombra como oiti, craibeira, pau-brasil e tento carolina. Essas árvores ajudarão a minimizar os efeitos climáticos na cidade", explica Paulino. O trabalho - que é coordenado também pela professora Rosângela Gondim, do Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia - já fez a distribuição aproximadamente mil plantas em pequenas ações educativas.

Agora, o projeto quer expandir sua atuação e, para isso, conta com o apoio do poder público, sindicatos, clubes, escolas e ONGs. Na Cientec, uma tenda será montada para oferecer às crianças aulas de educação ambiental, de hora em hora, com vídeos e palestras de orientação. As escolas que desejarem vão receber também um kit de mudas para que sejam plantadas em suas dependências.

Na próxima semana, quem quiser adotar uma muda, poderá se dirigir à tenda do projeto na Cientec. O projetoestá finalizando também um site onde as doações serão atualizadas em tempo real.


Rio+20 deve priorizar criação de metas para uso de energias limpas

'Brasil deve ser líder ambiental', diz ex-ministro francês do Meio Ambiente.
Governo elaborará até novembro uma posição interministerial do encontro.

Os organizadores da Rio+20, encontro que deve acontecer em 2012 no Rio de Janeiro, pretendem estabelecer metas inéditas para estimular a produção de energia renovável e reduzir pela metade o consumo de outras fontes até 2030.

Será apresentada uma lista de propostas para o desenvolvimento sustentável que devem ser adotadas pelos países participantes - no mesmo modelo das Metas do Milênio.

"É hora de criar um plano de ação. Na Eco-92, debatemos os princípios. Agora, vamos agir", disse o coordenador executivo da conferência, Brice Lalonde.

Ex-ministro do Meio Ambiente da França, Lalonde prevê acordos de cooperação técnica e financeira entre governos e investidores para difundir equipamentos de produção de energia limpa. O objetivo é dobrar a parcela representada por fontes renováveis na matriz energética e acelerar o ritmo de redução do consumo de energia no planeta.

Para ele, o incentivo a fontes de energia limpa deve ser a principal alternativa aos polêmicos debates sobre metas de redução da emissão de gases-estufa. "É mais fácil incentivar um país a produzir energia a partir de fontes renováveis que convencê-lo a reduzir emissões", avaliou.

Usinas eólicas instaladas no Rio Grande do Sul. Encontro Rio+20 deve estabelecer metas inéditas para estimular o uso de energias renováveis (Foto: Divulgação/ABEEólica)

Líder da revolução verde
Lalonde sugere que o Brasil deixe de agir como porta-voz dos países em desenvolvimento e passe a se comportar como líder mundial, em novo patamar. Ele diz que a postura cautelosa da diplomacia brasileira evita que o País imponha sua agenda aos países desenvolvidos.

Países como o Brasil eram porta-vozes dos países pobres, mas agora são alguns dos principais gestores do planeta, afirmou. "O desenvolvimento sustentável é mais importante para o pobre que para o rico. Pode ser caro exigir que os pobres protejam a natureza, mas é mais caro não preservá-la".

Para Lalonde, o papel de anfitrião do Brasil pode ser afetado pelos debates da revisão do Código Florestal. "É importante para a imagem internacional do Brasil encontrar um jeito de sair desse problema, tendo certeza das consequências desse debate. Se essa revisão for aprovada, os compromissos internacionais do Brasil deixarão de ser atingidos?".

Em preparação
No fim de setembro, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse ao Globo Natureza que o Brasil deve concluir até 1º de novembro a elaboração de uma posição interministerial do país em relação à Rio +20.

“Estamos no processo de conclusão da posição nacional, que será transmitida às Nações Unidas. A partir do começo de 2012, vamos iniciar a negociação intergovernamental (entre os países participantes) para chegarmos ao documento final da Rio+20”, explicou.

Entretanto, o ministro comentou que ainda é cedo para saber se o encontro do Rio de Janeiro conterá metas obrigatórias para os países relacionadas ao desenvolvimento sustentável. “Ainda é cedo para falar com especificidade (...) Queremos que o encontro seja não só uma avaliação do que se fez nos últimos 20 anos, mas uma reflexão dos próximos 20 anos, incorporando as vertentes econômica, social e ambiental”, explicou.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Tubarões sofrem maior risco de extinção, diz estudo

s áreas mais profundas do oceano, com mais de 2 mil metros, são praticamente livres de tubarões, uma má notícia para as espécies ameaçadas de extinção, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira. O estudo foi realizado por uma equipe internacional de pesquisadores, que utilizou traineiras que alcançam áreas profundas abastecidas com iscas e câmeras para estudar o hábitat dos tubarões e fazer testes nas áreas mais profundas (de 471 a 5,9 mil metros) dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico, e também no Mar Mediterrâneo.
Os tubarões são normalmente vistos ou pegos até 2 mil metros, com um número insignificante de espécies além desta profundidade. As espécies que vivem em maior profundidade são chamadas de tubarões-lixa e foram encontradas a 3.280 metros. Isto significa que não há tubarões vivendo nos abismos - áreas mais profundas, raramente exploradas, com mais de 3 mil metros, que representam 70% do volume do oceano.
Como resultado, quase todos os tubarões estão ao alcance das traineiras de pesca modernas, que conseguem lançar suas redes a profundidades de mais de 2,3 mil metros.
"Os tubarões estão aparentemente confinados a 30% da área total do oceano e a distribuição de muitas espécies é fragmentada em toda a superfície e margens oceânicas", diz o estudo, publicado no jornal britânico Proceedings of the Royal Society B. "Toda a população (de tubarões) está conseqüentemente ao alcance da pesca humana, e não há uma reserva escondida de biomassa ou biodiversidade de condrictes (classe de peixes que engloba tubarões e raias) nas áreas mais profundas. Tubarões podem ser mais vulneráveis à pesca indiscriminada do que se pensava", alerta.

Das 490 espécies de tubarões, 25 estão em perigo ou extintos de acordo com a "lista vermelha" de biodiversidades ameaçadas feita pela União de Conservação Mundial (IUCN). Esse número está aumentando, segundo dados divulgados por um grupo de especialistas em tubarões da IUCN divulgados na última segunda-feira pela agência, com sede na Suíça. Muitas espécies de tubarões crescem muito lentamente, o que significa que um aumento nesses números pode ameaçar sua sobrevivência.
Algumas espécies de tubarões estão sendo devastadas pela pesca comercial, pegos acidentalmente por traineiras em busca de peixes mais lucrativos, mas tornando-se também alvos por suas barbatanas, utilizadas na culinária chinesa para sopas, e seu fígado, rico em óleo. Algumas espécies de condrictes se adaptaram às temperaturas extremas e pouca luminosidade das áreas mais profundas do oceano. O estudo foi liderado por Imants Priede, da Universidade escocesa de Aberdeen




sábado, 8 de outubro de 2011


Pro Rad: Jump Festival define os amadores classificados para as finais do Skate

Finais das modalidades Street e Vert acontecem neste sábado. No Vert, o campeão conquistará o direito de participar da exibição com Tony Hawk e Sandro Dias.


No Vert, o campeão, além de toda premiação (troféu, peças, vestuário e Ipad), ganhará a oportunidade de participar de uma exibição especial com a participação de Tony Hawk, maior lenda da história da modalidade, Sandro Dias, hexacampeão mundial de skate vert, o norte-americano Kevin Staab e os brasileiro Lincoln Ueda e Sergio Negão.
Dez atletas passaram para a final do Vert, que acontecerá neste sábado (08/10) a partir das 9h00. Raul Roger, atual líder do ranking do Pro Rad – Jump Festival, comemorou muito a liderança no dia e confessou que, se levar o título, estará realizando um sonho de infância.
“Eu estou confiante. Espero amanhã andar bem e ficar calmo para não errar. A expectativa de andar com o Tony Hawk é grande. Então vou dar meu máximo para estar lá no domingo e fazer bonito. Se eu chegar lá, não posso fazer feio”, revelou o atleta de apenas 17 anos de idade. “Vou tentar dormir bem hoje e parar de pensar nisso. Desde os sete anos, quando comecei, eu já sonhava andar com o Tony Hawk. Espero que possa ser realizado na demo”, concluiu.
Já no Skate Street, a fórmula de disputa será diferente. Haverá semifinais e final, ambas no sábado, a partir das 13h00. Entre os mais de 100 participantes da competição amadora, cinco skatistas se classificaram direto para a final (primeiro ao quinto), enquanto outros dez atletas (sexto ao 15º) vão fazer cinco semifinais, no sistema homem x homem, para definir os outros cinco atletas que participarão da decisão.
Acostumado a disputar o Pro Rad – Jump Festival, Claudio da Silva Carvalho, que ficou em terceiro lugar na primeira etapa da modalidade no ano, em Jacareí (SP), se classificou para as semifinais. “A gente já está acostumado com essa fórmula de disputa. Não me assusta a ideia de disputar homem contra homem. Estou acostumado e tenho fé que vou chegar à final”, disse o atleta, que elogiou o alto nível de atletas na competição “O nível estava altíssimo. Todo mundo estava andando bem. Não me adaptei tão bem à pista, mas estou feliz de estar fazendo parte dessa semifinal”, finalizou.

Classificados no Skate Vertical amador:

  • 1-Raul Roger
  • 2-Matheus Santos
  • 3-Murilo dos Santos
  • 4-Maykin Rocatelo
  • 5-Gabriel Machado
  • 6-Ricardo Nicolete
  • 7-Jeremias Ramos
  • 8-Luiz Henrique
  • 9-Marcello Colella
  • 10-Adilson Aquino

Classificados do Skate Street amador:

Finalistas

  • 1-Oseas Borges
  • 2-Silas Ribeiro
  • 3-Jonathan Vieira
  • 4-Kauê Figueiredo
  • 5-Diego Fontes

Semifinalistas

  • 6-Igor Smith
  • 7-Felipe Marcondes
  • 8-Antonio Carlos Junior
  • 9-Kaue Cossa
  • 10-Sergio Santoro
  • 11-Thomas Henrique
  • 12-Claudio Carvalho
  • 13-Hermiogenes Dias
  • 14-Jonathan Melhado
  • 15-Willian Damasceno


Joaninha vence Pro Rad e é campeão brasileiro de motocross estilo livre Matogrossense comanda o show na pista do Ibirapuera e supera Marcelo Simões e Henrique Balestin no maior festival de esportes radicais do Brasil



A fera do motocross Gilmar Flores, o Joaninha, se sagrou campeão brasileiro de estilo livre (FMX) na manhã deste sábado ao faturar a etapa do Pro Rad, o maior festival de esportes radicais do Brasil. Em uma pista armada no estacionamento do ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, o matogrossense levantou a torcida na arquibancada com manobras a mais de dez metros de altura.
Com um total de 58,33 pontos, Joaninha desbancou o então líder Marcelo Simões, que terminou em segundo com 48,83. Já a jovem sensação da categoria, Henrique Balestin, o Zóio, completou o pódio em terceiro.
- É a primeira vez que venço este evento e de quebra ainda consegui me sagrar campeão brasileiro. A pista estava bastante difícil e não pude arriscar as minhas melhores manobras. Os juízes gostaram das minhas variações de Back Flip (mortal para trás) e consegui superar grandes rivais como o Simões e o Zóio, que está impressionando todo mundo. Foi muito importante esta conquista e agora vou continuar aqui para ver a lenda do skate Tony Hawk em ação - comemorou Joaninha.



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Carveboard


O carveboard é um esporte de prancha que traz a sensação do surf para o asfalto. Com trucks articulados e pneu - em vez de rodas - a única semelhança com o skate é o shape. Já as manobras são bem próximas do esporte original na água, como cavadas e slides. O esporte é interessante, pois a velocidade pode ser mais bem controlada, trabalhando as descidas mais lentamente e fazendo movimentos em zigue-zague.
O esporte surgiu nos Estados Unidos, da mente de Joe Gerlach, designer industrial e pai de surfista. Para ajudar o filho Brad nos treinos, quando mar estava flat, Joe resolveu desenvolver um protótipo que permitisse a prática do surf fora d’água.
Os campeonatos estão começando a surgir no Brasil, a exemplo do Campeonato Paranaense de Carveboard. No mundo, já há alguns eventos do gênero, mas os calendários ainda não estão bem definidos

Kitesurf

Uma mistura de vários esportes de prancha, o kitesurf é uma tentação para
Kitesurf atletas de várias modalidades, como o surf, o windsurf e o wakeboard. Aqui, a força da Natureza trabalha de uma forma diferente, em conjunto com o Céu e o Mar. Sua prancha conta com uma alça para fixar os pés, barras de controle e cinto com gancho, presa a uma pipa gigante – na verdade, o "kite" que dá nome ao esporte. Essa pipa varia de tamanho conforme a força do vento na região onde está o atleta. É possível velejar planando em ventos que vão de 5 a 50 nós, dar imensos saltos e loops em lagoas e rios. Sem precisar de ondas como as do Mar, dá para fazer manobras de surf, atingindo alturas que não são possíveis em outros esportes, tornando tudo muito mais radical. As barras de controle e o cinto ajudam a realizar os movimentos e a reduzir o esforço na hora de manobrar na água e dar saltos no ar.
                                                                                  

skysurf

O skysurf é uma espécie de surf de pára-quedas. À cerca de 4000 metros do chão, o atleta salta de dentro de um avião, com uma prancha inteiriça no pé, parecida com a de snowboard. No ar, ele realiza livremente acrobacias e piruetas, como curvas, 360o e loopings, até uma distância de aproximadamente 800 metros de altura, em que abre o pára-quedas e desce calmamente.
As provas de skysurf são realizadas duplas: o skysurfer e um cameraflyer, que capta imagens e interage com o outro integrante. Os critérios de avaliação usados variam entre dificuldade, execução, expressão artística e trabalho do cameraflyer. As manobras podem chegar a uma velocidade de 300 km/h.
O skysurf integra as modalidades que fazem parte do circuito de pára-quedismo. A competição máxima é a Copa do Mundo de Pára-quedismo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

História do Snowboard


Muita gente acredita que o snowboard é um esporte relativamente novo, criado nas últimas décadas. Porém, os primeiros vestígios do esporte remontam a 1920!

Já nesta época era comum pessoas que habitavam em lugares com montanhas nevadas descerem suas encostas em um espécie de prancha. Há relatos de pessoas que usavam pedaços de velhos barris para deslizar na neve. Alguns até usavam correias de cavalos para amarrar os pés nas pranchas adaptadas.

Porém o snowboard ganhou seus ares modernos em meados dos anos 1960, quando o engenheiro norte-americano Sherman Poppen inventou um novo brinquedo para sua filha deslizar na neve juntando dois esquis velhos e formando, assim, uma prancha.

A brincadeira começou a ser chamada de “snurfer”, numa junção das palavras “snow” e “surf”. Logo a brincadeira virou mania na vizinhança, e Poppen construiu várias pranchas para as crianças brincarem na neve. Isso chamou a atenção da empresa Brunswick, que comprou os direitos do engenheiro e passou a comercializar o produto. A primeira competição de snurfer foi realizada em Michigan (EUA) em 1968, e consistia em apenas uma descida em linha reta.

Em 1969, o surfista e esquiador Dimitrije Milovich deu novo impulso ao esporte. O atleta gostava de unir suas duas habilidades e surfar na neve utilizando bandejas de cozinha. Até que Milovich se juntou ao fabricante de pranchas de surf, Wayne Stovekin, e a dupla criou uma prancha especial para a neve. O esporte foi batizado de “winterstick” (algo como “bastão de inverno”, em uma tradução livre). No mesmo período, outro norte-americano, Bob Webber, patenteava a sua prancha adaptada pra a neve, chamada de “skiboard”.