quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Kitesurf

Uma mistura de vários esportes de prancha, o kitesurf é uma tentação para
Kitesurf atletas de várias modalidades, como o surf, o windsurf e o wakeboard. Aqui, a força da Natureza trabalha de uma forma diferente, em conjunto com o Céu e o Mar. Sua prancha conta com uma alça para fixar os pés, barras de controle e cinto com gancho, presa a uma pipa gigante – na verdade, o "kite" que dá nome ao esporte. Essa pipa varia de tamanho conforme a força do vento na região onde está o atleta. É possível velejar planando em ventos que vão de 5 a 50 nós, dar imensos saltos e loops em lagoas e rios. Sem precisar de ondas como as do Mar, dá para fazer manobras de surf, atingindo alturas que não são possíveis em outros esportes, tornando tudo muito mais radical. As barras de controle e o cinto ajudam a realizar os movimentos e a reduzir o esforço na hora de manobrar na água e dar saltos no ar.
                                                                                  

skysurf

O skysurf é uma espécie de surf de pára-quedas. À cerca de 4000 metros do chão, o atleta salta de dentro de um avião, com uma prancha inteiriça no pé, parecida com a de snowboard. No ar, ele realiza livremente acrobacias e piruetas, como curvas, 360o e loopings, até uma distância de aproximadamente 800 metros de altura, em que abre o pára-quedas e desce calmamente.
As provas de skysurf são realizadas duplas: o skysurfer e um cameraflyer, que capta imagens e interage com o outro integrante. Os critérios de avaliação usados variam entre dificuldade, execução, expressão artística e trabalho do cameraflyer. As manobras podem chegar a uma velocidade de 300 km/h.
O skysurf integra as modalidades que fazem parte do circuito de pára-quedismo. A competição máxima é a Copa do Mundo de Pára-quedismo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

História do Snowboard


Muita gente acredita que o snowboard é um esporte relativamente novo, criado nas últimas décadas. Porém, os primeiros vestígios do esporte remontam a 1920!

Já nesta época era comum pessoas que habitavam em lugares com montanhas nevadas descerem suas encostas em um espécie de prancha. Há relatos de pessoas que usavam pedaços de velhos barris para deslizar na neve. Alguns até usavam correias de cavalos para amarrar os pés nas pranchas adaptadas.

Porém o snowboard ganhou seus ares modernos em meados dos anos 1960, quando o engenheiro norte-americano Sherman Poppen inventou um novo brinquedo para sua filha deslizar na neve juntando dois esquis velhos e formando, assim, uma prancha.

A brincadeira começou a ser chamada de “snurfer”, numa junção das palavras “snow” e “surf”. Logo a brincadeira virou mania na vizinhança, e Poppen construiu várias pranchas para as crianças brincarem na neve. Isso chamou a atenção da empresa Brunswick, que comprou os direitos do engenheiro e passou a comercializar o produto. A primeira competição de snurfer foi realizada em Michigan (EUA) em 1968, e consistia em apenas uma descida em linha reta.

Em 1969, o surfista e esquiador Dimitrije Milovich deu novo impulso ao esporte. O atleta gostava de unir suas duas habilidades e surfar na neve utilizando bandejas de cozinha. Até que Milovich se juntou ao fabricante de pranchas de surf, Wayne Stovekin, e a dupla criou uma prancha especial para a neve. O esporte foi batizado de “winterstick” (algo como “bastão de inverno”, em uma tradução livre). No mesmo período, outro norte-americano, Bob Webber, patenteava a sua prancha adaptada pra a neve, chamada de “skiboard”.


A hitória do surf no Brasil !!

No Brasil, as primeiras pranchas, então chamadas de "tábuas havaianas", chegaram pelas mãos de turistas e funcionários de companhias aéreas. Sabe-se que, no Brasil, o esporte foi desenvolvido e começado em Santos, [1][2] com nomes como Thomas Rittscher Júnior, Margot Rittscher, Osmar Gonçalves e João Roberto Suplicy Hafers.[3] Gonçalves era filho de um exportador de café bem-sucedido, que lhe trouxe dos E.U.A. uma revista chamada Popular Mechanic. Um dos artigos ensinava como fazer uma prancha. Foi o que Osmar fez com a ajuda dos amigos João Roberto Suplicy Haffers e Júlio Putz entre Dezembro de 1938 e Janeiro de 1939. A prancha tinha 3,60 metros e pesava oitenta kg.
Em 1952, um grupo de cariocas, liderado por Paulo Preguiça, Jorge Paulo Lehman e Irencyr Beltrão, começou a descer as ondas em Copacabana, com pranchas de madeirite. O esporte começava a popularizar-se. As primeiras pranchas de fibra de vidro, importadas da Califórnia, só chegaram ao Brasil em 1964.
Em 15 de Julho de 1965, foi fundada a primeira entidade de surfe do país - a Associação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro. Esta organizou o primeiro campeonato em Outubro daquele ano. No entanto, o surfe só seria reconhecido como esporte pelo Conselho Nacional de Desportos em 1988. Em 1989, o shaper carioca Henry Lelot e amigos, fundaram a Feserj - Federação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro - na época, a segunda Federação de Surfe do país. Atualmente, a entidades responsáveis pela organização no esporte no país são a Confederação Brasileira de Surfe (CBS) - filiada ao COB e há anos presidida pelo paranaense Juca de Barros, e a Associação Brasileira dos Surfistas Profissionais (ABRASP), sendo que o campeonato nacional denominado circuito SuperSurfe.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Brasileiros disputam provas internacionais de snowboard



Alguns brasileiros estiveram presentes nas provas FIS nas modalidades SnowboardCross, Slopestyle e Half Pipe. Entre os brasileiros estavam, Isabel Clark, André Bornhausen, Gustavo Bauer, Marcos Batista, Felipe Motta .
Os brasileiros tiveram boas participações embora o nível técnico dos snowboarders norte americanos seja insuperável.





segunda-feira, 3 de outubro de 2011

STC PLANET - Playa Hermosa recebe Bandeira Azul

Como parte integral e fundamental na proteção dos Recursos Naturais, o Hotel Terrazas del Pacífico junto com membros da comunidade da Playa Hermosa, na Costa Rica, após muitos esforços conseguiram obter a Bandeira Azul Ecológica, na categoria Praias.

Durante o ano de 2010, um trabalho contínuo para manter a praia em boas condições de higiene para turistas e residentes foi realizado por toda a comunidade, fornecendo água potável para todos e um ambiente limpo.

As instituições como Instituto Costarricense de Turismo, Ministerio de Ambiente, Energía y Telecomunicaciones, Cámara Nacional de Turismo, Ministerio de Salud y Acueductos y Alcantarillados fizeram as devidas inspeções e aprovaram os trabalhos realizados nas imediações da praia.

Essa nomeação é um grande prêmio para as gerações atuais e futuras garantindo uma praia com águas limpas.

Dentre as conquistas, os trabalhos realizados seguiram a seguinte missão.

“Estabelecer um incentivo para promover a organização de comitês locais nas zonas costeiras, comunidades, centro educativos, espaços naturais protegidos e outros pontos turísticos e ambientais com o propósito de buscar a conservação e desenvolvimento em harmonia com a proteção dos recursos naturais, a busca por melhores condições de saneamento básico e a melhoria da saúde pública costarricense”

domingo, 2 de outubro de 2011


Tony Hawk se apresenta no Jump Festival



Ídolo máximo de skatistas de todas idades, detentor de doze títulos mundiais, empresário e mecenas do esporte, Tony Hawk , atleta que pode ser considerado o “Pelé do skate”, chega ao Brasil para uma apresentação no Jump Festival, que acontece de seis a nove de outubro no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo (SP). O evento terá entrada gratuita e transmissão ao vivo.
Tony Hawk é o maior skatista de todos os tempos, e estará no Jump Festival em SP (foto: divulgação)
Tony Hawk é o maior skatista de todos os tempos, e estará no Jump Festival em SP (foto: divulgação)
O lendário atleta de 43 anos mostrará aos fãs brasileiros, no dia nove, as manobras que o consagraram como o melhor skatista de todos os tempos. Tony Hawk, que já ganhou nove medalhas de ouro nos X-Games, entrará no half-pipe para uma sessão de exibição, ao lado de Sandro Dias (Mineirinho), atual campeão mundial da modalidade, do também norte-americano Kevin Staab e do vencedor da competição de skate amador.

O principal do país

Os esportes radicais têm atraído cada vez mais praticantes e público. Neste segmento, o Jump Festival se firmou como o principal evento do país. A terceira e última etapa da temporada conta com as regulares disputas de skate e bike (vertical e street), para atletas amadores, e o freestyle motocross (FMX), para profissionais. O evento apresenta também a volta do campeonato para profissionais do BMX street, que acontece pela segunda vez na história do evento.
“A vinda do Tony Hawk para o Jump Festival é um estímulo para o skate brasileiro e consagra os nossos esforços dos últimos três anos em incentivar a prática de esportes radicais. Esse evento foi criado para oferecer uma estrutura adequada, de um evento de ponta, gerando oportunidades para os atletas nacionais terem uma competição em que possam estar ao lado e se espelhar nos grandes nomes do esporte”, disse Fernando Von Oertzen, Vice-Presidente de Esportes da XYZ Live.
“Nosso objetivo é preparar os amadores para a categoria profissional. Essa oportunidade de estarem com os atletas mais experientes é muito importante para que avaliem seu nível e se sentam motivados a continuar no esporte”, completou Von Oertzen.
As arenas das três modalidades a serem disputadas no campeonato serão montadas em locais bem próximos. O half-pipe (pista em formato de U) para as competições de vertical e a área de street para o BMX (que simula obstáculos encontrados nas ruas) serão montadas dentro do Ginásio do Ibirapuera. Já a arena de FMX será montada no estacionamento do Ginásio, assim como a pista para o skate street, que ficará em uma quadra ao lado do complexo.

Inscrição

A organização espera mais de 300 atletas, entre profissionais e amadores, nos quatro dias de competições. Os interessados podem se inscrever gratuitamente no local do evento a partir do dia 06

9º. CONGRESSO DE MEIO AMBIENTE DE POÇOS DE CALDAS



9º. CONGRESSO DE MEIO AMBIENTE DE POÇOS DE CALDAS INAUGURA SITE NOVO E SE PREPARA PARA DEBATER AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO ALIADAS À QUESTÃO AMBIENTAL

“Congresso Nacional 2012 trará para a cidade grandes nomes para discutir tecnologia e meio ambiente”

Novas tecnologias, redes sociais, informatização são alguns dos fortes aliados hoje na preservação ambiental. Pensando nisso, a organização do 9º. Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas, desde já está preparando mesas temáticas e convidando palestrantes de renome para que as discussões sejam ainda mais interessantes. 

Sem perder sua principal característica, - o Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas, que sempre buscou diversificar e trazer assuntos variados continuará com seu foco principal -, ou seja, promover Mesas Temáticas com temas específicos procurando atender a maioria dos interesses. 

Para 2012, o Congresso vai promover palestras sobre: Minérios e Solos; Aquecimento Global e Mudanças Climáticas; Água e Recursos Hídricos; Energia; Agroecologia; Resíduos Sólidos; Educação Ambiental;Direito Ambiental; Bioética; Tecnologia e Meio Ambiente. 

 Além disso, o Congresso vai oferecer ainda Oficinas e Workshops para os congressistas e atividades de Educação Ambiental para crianças e jovens e a “Feira de Meio Ambiente” que trará ainda mais novidades e atrações. 

Parcerias importantes já estão sendo firmadas e uma delas é o intercâmbio deste Congresso com o “Enviromine 2011” evento que vai acontecer em Santiago do Chile de 23 a 25 de novembro e que divulgará no Chile o 9º Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. 

maioria dos interesses. 

Para 2012, o Congresso vai promover palestra
s sobre: Minérios e Solos; Aquecimento Global e Mudanças Climáticas; Água e Recursos Hídricos; Energia; Agroecologia; Resíduos Sólidos; Educação Ambiental;Direito Ambiental; Bioética; Tecnologia e Meio Ambiente. 

 Além disso, o Congresso vai oferecer ainda Oficinas e Workshops para os congressistas e atividades de Educação Ambiental para crianças e jovens e a “Feira de Meio Ambiente” que trará ainda mais novidades e atrações. 

Parcerias importantes já estão sendo firmadas e uma delas é o intercâmbio deste Congresso com o “Enviromine 2011” evento que vai acontecer em Santiago do Chile de 23 a 25 de novembro e que divulgará no Chile o 9º Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. 

Atingidos pela CSA acampam à espera do secretário Minc





poeira metálica coletada em Santa Cruz, lançada pela TKCSA
Moradores do entorno da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) acampam desde ontem em frente ao Instituto Estadual do Ambiente (INEA), órgão responsável pelo licenciamento ambiental da empresa instalada na Baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro. Eles esperam um posicionamento do secretário Carlos Minc que, pela terceira vez seguida, não compareceu à audiência pública da Comissão Especial, instaurada na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), para apurar “possíveis irregularidades e imprevidências do governo do Estado e do Instituto Estadual do Ambiente – INEA – no processo de concessão de licenciamento ambiental” à CSA.
A polêmica instalação da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), joint venture da Vale e do grupo alemão Thyssenkrupp, na Baía de Sepetiba, impactando a atividade da pesca artesanal e a saúde dos moradores do entorno, continua gerando insatisfação das comunidades atingidas e da sociedade em geral com relação  à atuação não só da empresa, mas também do governo do Estado, devido à sua fragilidade em fazer cumprir as exigências ambientais e garantir a saúde da população, como analisado no artigo “A TK-CSA e as possibilidades de pressão social”, publicado pelo Ibase.
O envolvimento do poder legislativo, do Ministério Público, de ONGs, universidades e instituições de pesquisa tem contribuído para ampliar as possibilidades de pressão social sobre o governo e a empresa, que anunciaram na última segunda-feira acordo para investir em projetos socioambientais de pescadores da região, fortemente criticado por lideranças locais e movimentos sociais por ser considerado insuficiente, por consistir em nada além das obrigações de compensação ambiental previstas no licenciamento e pela suposição de cooptação de lideranças locais.
ato realizado em fevereiro deste ano. Moradores ainda esperam solução
Ainda esta semana, a presidência da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) publicou carta na qual torna público o seu apoio aos pesquisadores da instituição que manifestaram sua preocupação em relação à exposição da população de Santa Cruz “a material particulado oriundo do processo produtivo siderúrgico da empresa”, em resposta a um jornal corporativo distribuído pela CSA no bairro, no qual estes pesquisadores são criticados e desacreditados. A Associação Brasileira de Pós-graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO) também publicou carta de apoio ao pesquisador da Fiocruz, exigindo retratação da empresa.

                                                     

sábado, 1 de outubro de 2011

Pororoca um fenômeno estrondoso !!

Um dos maiores espetáculos da natureza acontece devido ao encontro das águas do rio e do mar, formando ondas com até quatro metros de altura, invadindo alguns rios da Amazônia e destruindo tudo o que encontra pela frente. Seria um Tsunami? Não. É a pororoca, fenômeno de maré que acontece também em outras regiões do mundo.

Especialista em ondas de rio, Serginho Laus – jornalista e surfista paranaense, já desbravou quase todas as pororocas do Brasil nos estados do Maranhão, Pará e Amapá. No ano passado coordenou a expedição Surfando na Selva – Mascaret, sendo o primeiro surfista brasileiro a deslizar na pororoca francesa.

Além de cravar a bandeira verde e amarela no sul da França, Laus realizou intercâmbio cultura para troca de informações sobre os fenômenos de maré do mundo, como também a propagação da consciência ecológica, através de palestras educacionais e motivacionais com foco na educação ambiental.

O objetivo da expedição foi alcançado, resultando no inédito encontro de surfistas de maré (Bore Riders) do mundo, a ser realizado entre os dias 08 e 13 de março na pororoca do rio Mearim, Maranhão.

Representando a Mascaret (França) estão: Bruno Boue, Fabrice e Antonie Colas – editor do maior guia de surf do mundo. Pela Inglaterra divulgando, a Severn Bore, foram confirmadas as presenças de: Tom Wright, Steve King e Stuart Matthews. Já pelo Brasil, estão Serginho Laus, idealizador do movimento, e Noélio Sobrinho, presidente da Associação Brasileira de Surf na Pororoca (Abraspo) e Junior Minhoca, presidente da Associação de Surf na Pororoca do Maranhão (ASPM).

“É muito importante à troca de informações e o contato com outras culturas. Muitas pessoas não sabem exatamente o que são ondas de maré e agora podemos fazer uma analogia com a Tsunami, porém em escalas menores”, relata Laus que em setembro pretende desbravar a Black Dragon, pororoca chinesa.

“Muitos veículos de comunicação do Brasil e no mundo divulgaram imagens da Black Dragon, como se fosse a Tsunami. Errado, mesmo porque os dois fenômenos são diferentes, apenas possuem características muito similares”, alerta Laus. “Queremos fazer uma homenagem às vítimas do Tsunami momentos antes de encontrar com a pororoca e lembrar que é preciso respeitar a natureza. Vivemos nela, estamos embutidos nesse ecossistema!”, conclui.

A pororoca, vem do termo poroc poroc, que significa “destruidor, grande estrondo” no dialeto indígena no baixo do rio Amazonas. Ocorre nas luas cheia e nova, nos períodos de equinócio. As ondas podem chegar a quatro metros de altura numa velocidade entre 30 a 50 km/h. No Brasil podem-se observar nos estados do Maranhão, Pará e Amapá.