No Brasil, as primeiras pranchas, então chamadas de "tábuas havaianas", chegaram pelas mãos de turistas e funcionários de companhias aéreas. Sabe-se que, no Brasil, o esporte foi desenvolvido e começado em Santos, [1][2] com nomes como Thomas Rittscher Júnior, Margot Rittscher, Osmar Gonçalves e João Roberto Suplicy Hafers.[3] Gonçalves era filho de um exportador de café bem-sucedido, que lhe trouxe dos E.U.A. uma revista chamada Popular Mechanic. Um dos artigos ensinava como fazer uma prancha. Foi o que Osmar fez com a ajuda dos amigos João Roberto Suplicy Haffers e Júlio Putz entre Dezembro de 1938 e Janeiro de 1939. A prancha tinha 3,60 metros e pesava oitenta kg.Em 15 de Julho de 1965, foi fundada a primeira entidade de surfe do país - a Associação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro. Esta organizou o primeiro campeonato em Outubro daquele ano. No entanto, o surfe só seria reconhecido como esporte pelo Conselho Nacional de Desportos em 1988. Em 1989, o shaper carioca Henry Lelot e amigos, fundaram a Feserj - Federação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro - na época, a segunda Federação de Surfe do país. Atualmente, a entidades responsáveis pela organização no esporte no país são a Confederação Brasileira de Surfe (CBS) - filiada ao COB e há anos presidida pelo paranaense Juca de Barros, e a Associação Brasileira dos Surfistas Profissionais (ABRASP), sendo que o campeonato nacional denominado circuito SuperSurfe.













Na infância do ator Genivaldo Aleixo, a sucata tinha lugar certo: o cesto do lixo. Não passava pela cabeça daquele menino, já criado sob os reflexos da urbanidade, transformar o conteúdo descartável em diversão. Os anos precisaram se passar, e o contato com a arte teatral se fixar completamente na vida do artista, para o hábito de antes se esvanecer. Dito e feito: atualmente, sucata tem sinônimo de utilidade nas mãos do ator. Não à toa: ao lado da atriz Lilian Lima, Aleixo transforma o descartável em bonecos preciosos para contar histórias sobre a preservação do meio ambiente. Entre as quais, "A Semente da Natureza", em cartaz neste domingo (2), às 10h30, no Espaço Cultural Casa do Lago (Unicamp), em Campinas.
Mãos à obra. Sem dramaturgia certa na cabeça, a dupla se enveredou na construção do primeiro boneco. Levou três meses para concebê-lo. Durante o processo, o conceito de sucata se ampliou. "Percebemos que a sucata poderia ser metal e embalagens plásticas, como tecido em trapos ou pedaços de outros bonecos". A partir de tal compreensão, nasceu o mago Picum. Se deu pano para manga construí-lo, o ator e bonequeiro afirma que não. O menino Dim foi pior, elege. "No segundo boneco, tínhamos o manejo do mecanismo, mas a sucata era diferente. Nada de um boneco consegue se repetir no outro", avalia.



